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| October 19, 2019

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MTB
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Dicas de MTB para corrida de aventura

Via: Webventure por Pedro Sibahi
Quem começa na corrida de aventura em geral já tem experiência com outros esportes, mas é sempre importante aprimorar as habilidades. Buscando contribuir na preparação dos novos atletas na modalidade, a organização da prova Expedition One, que acontecerá no dia 21 de julho em Aldeia da Serra, Barueri (SP), promoveu um workshop no qual o corredor de aventura Rafael Campos e o mountain biker Márcio Ravelli mostraram algumas dicas para novatos.

Experiente navegador, Campos já fez mais de 190 provas de aventura. A última foi o Adventure Camp, sua equipe Quasar Lontra venceu em Brotas, no final de junho. Ele ensinou os conceitos básicos de navegação com mapa e bússola e deu alguns toques que só a experiência ensina.

Ravelli, por sua vez, é um dos principais ciclistas no cenário nacional de mountain bike. Campeão da Copa Internacional de 2011, ele possui mais de dez títulos do Campeonato Brasilerio de cross-country. Além de competir, ele dá oficinas de pedal para iniciantes e ensinou como melhorar o desempenho do corredor de aventura.

Dicas de Rafael Campos. Mapa e bússola são as ferramentas básicas de orientação. Além disso, levar sempre estojo com canetas esferográficas, marca texto, caneta permanente e lapiseira, além de régua, para marcação do percurso e distâncias a serem percorridas.

O curvímetro é um instrumento útil, que serve para medir a distância das estradas nos mapas e auxilia na marcação de trajetos.

Bússolas com bolhas de ar no compartimento da agulha não são confiáveis.

Uma característica de qualidade nas bússolas é que a agulha se estabilize rapidamente.

Pesquisar sempre a diferença entre o norte geográfico e o norte magnético da terra na área da prova, a medida varia em cada região do planeta e nem sempre é informada pela organização.

Ao receber os mapas da prova, os atletas devem marcar as distâncias dos percursos com o auxílio dos instrumentos, para gastar menos tempo durante a corrida.

É importante conhecer e entender todos os sinais na legenda dos mapas.

Para marcar a quilometragem percorrida nas provas, o ciclocomputador faz o serviço no mountain bike. Correndo a pé, pode-se fazer a contagem da distância dos passos, ou fazer uma média de velocidade, mas ambas as medidas devem ser tiradas antes da competição.

Dicas de Marcio Ravelli. Na escolha da bike, dar preferência por modelos com menor peso e melhor absorção de impactos. Quadros full-suspension em geral são os mais confortáveis.

Os manetes do guidão não devem ser grossos para facilitar a pegada em momentos de instabilidade.

Se acostume a frear apenas com os dedos indicadores, puxando a ponta da alavanca. Para isso, regule as alavancas de freio para ficarem mais próximas do centro do guidão.

Durante descidas mais íngremes, projetar o corpo para trás melhora o equilíbrio. Um selim mais estreito facilita esse movimento.

Nas subidas íngremes, o ideal é pedalar de pé, ou sentado na ponta do banco. Não utilize marchas muito leves pois o pneu pode patinar.

Para não cruzar a corrente da bike, o que pode acarretar danos na peça e nas catracas, recomenda-se nunca utilizar a combinação de coroas menores ou de coroas maiores simultaneamente no câmbio dianteiro e traseiro.

Em momentos que carregar a bike seja necessário, existem duas opções: pode-se passar o braço pelo meio do quadro e apoiá-lo no ombro, ou segurar a bike por cima e apoiar o selim no ombro.

Para pular pequeno obstáculo o ideal é se aproximar com o corpo curvado, bem próximo ao guidão, para ter mais energia ao dar um impulso para cima.

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