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| October 26, 2020

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USP tem projeto para ampliar empréstimo de bikes

O sistema de empréstimo de bicicletas da USP vai ganhar cerca de 250 bicicletas e outras 24 estações.

Estudo realizado por engenheiros da Poli mostra que esse seria o número ideal para atender alunos, professores e funcionários da Cidade Universitária –que, juntos, somam quase 63 mil pessoas.

Atualmente, são 16 bikes e dois locais de empréstimo e devolução –um na estação Butantã do metrô e outro no portão 1 do campus.

Para escolher os novos pontos de retirada e devolução de bikes, levou-se em consideração o total de pessoas que passam pelo local, a origem e o destino delas e se ali há algum “ponto de atração” –caso do restaurante universitário.

Apesar de usar o estudo como base, o projeto final de expansão do PedalUSP pode sofrer alterações. “Numa análise prévia, já constatamos que uma das estações, por exemplo, pode não ficar no lugar previsto”, afirma Claudio Tervydis, responsável pela implantação do PedalUSP.

A instituição está finalizando o edital para a contratação da empresa responsável pela implantação das estações. Segundo Tervydis, a estimativa é que, após a escolha da empresa, a expansão seja finalizada em três meses.

A proposta da USP é que as estações possam ser transferidas caso a grande procura em determinado local não se confirme. Em cada ponto, haverá dez bikes e 16 baias para estacionamento.

BAIXA PROCURA

Atualmente, o PedalUSP tem cerca de 2.500 pessoas cadastradas, a maioria alunos.

A procura pelas bicicletas, porém, anda em baixa. Depois que os ônibus circulares dentro do campus passaram a ir até o metrô Butantã, muitos usuários trocaram as bikes pelos coletivos –gratuitos para quem estuda ou trabalha na Cidade Universitária.

É o caso do estudante de turismo Rodrigo Campos, 21. Ele diz, porém, que o problema dos ônibus é que “estão sempre lotados, demoram muito e, às vezes, fazem um trajeto muito longo”.

Assim como vários alunos ouvidos pela Folha, ele diz que optaria pelo PedalUSP se houvesse estações dentro do campus. Mas ressalva: “Precisa aperfeiçoar o sistema, porque tem dias que a bicicleta trava e não dá para retirar”.

Tervydis afirma que esses e outros problemas serão solucionados após a expansão, já que as atuais estações ainda estão em fase de testes.

Via: Jornal de Floripa

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